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Voluntários

Estudantes participam como voluntários em campanha para produção de protetores faciais desenvolvidos com impressoras 3D

Os alunos produzem por conta própria partes de protetores faciais, que são um dos equipamentos de proteção individual utilizados por profissionais da saúde para atendimento de pacientes diagnosticados com a Covid-19.

  • Criado: Quarta, 01 de Abril de 2020, 13h24
  • Última atualização em Segunda, 13 de Abril de 2020, 15h26

 

 

Estudantes do Câmpus Goiânia, Múria Viana e Joiro Gomes Neto, participam como voluntários na campanha para produção de protetores faciais com uso de impressoras 3D. Nas fotos, alguns dos suportes fabricados pelos alunos Múria, Joiro e Lucas Schmidt para a iniciativa ( fotos: acervo pessoal).
Estudantes do Câmpus Goiânia, Múria Viana e Joiro Gomes Neto, participam como voluntários na campanha para produção de protetores faciais com uso de impressoras 3D. Nas fotos, alguns dos suportes fabricados pelos alunos Múria, Joiro e Lucas Schmidt para a iniciativa ( fotos: acervo pessoal).

Com o objetivo de somar aos esforços coletivos para o enfrentamento da disseminação da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os estudantes do Câmpus Goiânia do Instituto Federal de Goiás (IFG), Múria Viana, Joiro Gomes Neto, Lucas Schmidt e Julyelly Roberta se voluntariaram para contribuir com a campanha promovida pela Universidade Federal de Goiás (UFG) que visa à produção de protetores faciais (modelo Face Shield), com uso de impressoras 3D, para atender aos profissionais da saúde. Em suas casas, os alunos utilizam suas impressoras 3D e materiais próprios para fabricar os suportes de protetores faciais, que são um dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) a serem disponibilizados às instituições de saúde que têm atuado no tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19.

Segundo a estudante de Engenharia de Controle e Automação, Múria Viana, ela recebeu uma mensagem no celular, que circulou num grupo de tecnologia do qual faz parte, com o apelo para que pessoas que dispusessem de impressoras 3D pudessem colaborar na campanha realizada por pesquisadores do Laboratório de Ideias, Prototipagem e Empreendedorismo (IPE Lab) da UFG.

Múria conta que já tinha chamado a sua atenção uma iniciativa realizada em outro estado do país, em que um colega seu está desenvolvendo junto a outro grupo a produção de dispositivos com uso de impressoras 3D, para serem destinados ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. As informações desse grupo de pesquisadores estão reunidas no site: corona3d.org e isso despertou o interesse da estudante em ajudar de alguma maneira.

Animada com o apelo em busca de voluntários para a campanha da UFG, Múria motivou outros estudantes que integram o grupo do Laboratório de Robótica Educacional do Câmpus Goiânia do IFG – GynBot para contribuírem com a ação. Ela entrou em contato, no dia 26 de março, com o grupo de divulgação da mensagem do IPE Lab da UFG, que encaminhou o arquivo com o modelo para a impressão 3D das peças que compõem o protetor facial. “Desde então estamos nessa, imprimindo para ajudar nesta luta”, ressalta a estudante.

Os estudantes Múria Viana e Joiro Gomes Neto são voluntários na campanha e estão ajudando na produção dos suporte para protetores faciais.
Os estudantes de Engenharia de Controle e Automação, Múria Viana e Joiro Gomes Neto, são voluntários na campanha e estão ajudando na produção dos suportes para protetores faciais, usando uma impressora 3D.

 

Múria, juntamente com o aluno de Engenharia de Controle e Automação e seu namorado Joiro Gomes Neto, passaram a produzir em suas casas suportes plásticos que sustentam o protetor facial de acrílico. De acordo com o Joiro, cada peça dura 1 hora e meia para ser produzida pela impressora 3D. A intenção deles é produzir até que o filamento (matéria-prima utilizada na impressora 3D para a confecção do suporte) se esgote. Eles destacam que estão utilizando seus recursos próprios para ajudar na iniciativa.

Os suportes produzidos pelos estudantes. ( Foto: acervo pessoal)
Detalhe dos suportes produzidos pelos estudantes para a fabricação de protetores faciais ( Foto: Joiro Gomes Neto).

 

Voluntários
Além do casal de estudantes, também se voluntariou para contribuir com a campanha o aluno de Engenharia de Controle e Automação do Câmpus Goiânia do IFG, Lucas Schmidt. Ele também está produzindo os suportes para os protetores faciais em sua casa. A possibilidade de aplicar seus conhecimentos para ajudar numa causa nobre sempre foi um dos objetivos do estudante ao ingressar na Engenharia de Controle e Automação, revela.

“Quando eu entrei no curso, uma das minhas maiores vontades era usar a tecnologia para ajudar de alguma forma a quem precisa. Quando surgiu a falta das máscaras nos hospitais, pois a demanda estava muito grande, vimos que poderíamos ajudar imprimindo algumas peças em nossas impressoras 3D. Aliás, a minha (impressora) foi eu quem criei. Usando, assim, a tecnologia a favor da humanidade”, ressaltou Lucas.

Suportes para protetores faciais produzidos pelo aluno Lucas Schmidt em sua impressora 3D ( Foto: Lucas Schmidt).
Suportes para protetores faciais produzidos pelo aluno Lucas Schmidt em sua impressora 3D ( Foto: Lucas Schmidt).

 

Outra aluna que também se voluntariou para ajudar na ação foi Julyelly Roberta de Sousa, também discente do curso de Engenharia de Controle e Automação. Porém, infelizmente, ela disse que sua impressora 3D estragou e não conseguiu produzir nenhuma peça até o momento.

Como ajudar

Mais voluntários que possuem impressoras 3D e material de produção e queiram contribuir com a campanha promovida pelo IPE Lab da UFG para fabricação de protetor facial contra o coronavírus podem se cadastrar pelo formulário disponível no site, pelo endereço: https://ipelab.ufg.br/n/125563-quer-contribuir-com-a-campanha-da-ufg-de-fabricacao-de-protetor-facial-contra-o-coronavirus


Coordenação de Comunicação Social do Câmpus Goiânia do IFG.

 

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