Inclusão/Acessibilidade

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Criado: Terça, 16 de Agosto de 2016, 11h40 | Última atualização em Sexta, 06 de Dezembro de 2019, 16h52

 

 

 

 


 

    

SETEMBRO VERDEResultado de imagem para setembro verde inclusão

A origem

Desde 1982, o dia 21 de setembro é considerado o dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência. Segundo o Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência (CRPD), a data foi escolhida por ser o dia da árvore e por ser próxima ao início da primavera.

 

Pessoas com deficiência: quem são?

O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei n° 13.146/2015, também referido como Lei Brasileira de inclusão - LBI), define pessoa com deficiência como “aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.  

O destaque para as barreiras chama atenção para a responsabilidade social perante a participação dessa pessoa: a intensidade da deficiência dependerá da maior ou menor ruptura de barreiras, tanto físicas (materiais e arquitetônicas), quanto comunicacionais e atitudinais (estas últimas caracterizadas por atitudes de indiferença, negligência e preconceito).

À medida que são diminuídas ou eliminadas as barreiras, amplia-se a acessibilidade, isto é, as condições de acesso, mobilidade, interações, autonomia pessoal e participação social efetiva. No campo educacional, faz-se necessário proporcionar acessibilidade pedagógica.

 

Acessibilidade pedagógica

Conforme o Estatuto da Pessoa com deficiência, “é dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade” a essa pessoa, de forma que ela alcance “o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem”. Para tanto, é fundamental que as  necessidades educacionais específicas deste público sejam conhecidas, sobretudo pelos professores.

 

Necessidades educacionais específicas das pessoas com deficiência

- Deficiência visual

O estudante cego ou com baixa visão tem direito a receber documentos (materiais de leitura e/ou escrita) em Braille ou com letras ampliadas (o tamanho da fonte é combinado com o estudante). Ele também tem direito de gravar as aulas e/ou utilizar tecnologias assistivas para usuários com deficiência visual, como o programa computacional DOSVOX, de acesso gratuito. Por meio de programas como esse, a cópia de conteúdos é agilizada. Por exemplo, enquanto o professor verbaliza o que está escrito no quadro, o estudante concomitantemente registra no computador.

Gráficos, mapas, desenhos e figuras com contornos em relevo podem facilitar o acesso e compreensão do conteúdo, bem como metodologias que possibilitem a exploração tátil. É importante também descrever cenas, ilustrações, imagens, slides e ambientes.

 

- Deficiência auditiva e surdez

Nem todas as pessoas com perda auditiva têm a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua. Aquelas cuja perda é parcial podem requerer assento em um lugar específico da sala de aula (onde possam ouvir melhor) e certa adequação da postura do professor (Por exemplo, que fale de frente e mais devagar, para facilitar ao estudante a leitura labial).

O estudante surdo, por sua vez, tem como primeira língua a Libras e, por isso, direito a intérprete em sala de aula. Todavia, este não substitui o docente. Assim, o aprendizado de sinais de Libras, o emprego de recursos pedagógicos visuais e a comunicação gestual e corporal são meios pelos quais o professor pode facilitar o processo ensino-aprendizagem.

 

- Deficiências físicas

As deficiências motoras são variáveis: há pessoas que dependem de cadeira de rodas; outras, de muletas ou bengala; uns apresentam amputações e utilizam ou não prótese, ao passo que outros apresentam restrições menos significativas de movimentos. Muitas vezes, para esses estudantes, as tecnologias assistivas se fazem necessárias, adaptadas a cada condição.

Cabe destacar que nem todas as tecnologias são computacionais. Apoiadores de punho e de pés, engrossadores de lápis e canetas, plano inclinado como suporte para livros e cadernos, mesa para cadeirantes e assento adequado ao conforto físico podem ser medidas eficazes de acessibilidade. Para os estudantes que apresentam limitações na fala, existem recursos de comunicação alternativa. Nesta, a pessoa se comunica por meio de figuras e palavras dispostas em um suporte (Por exemplo, um caderno, fichário ou pasta). O vocabulário deve ser selecionado conjuntamente pelo professor e estudante, condizente ao conteúdo e contexto das aulas.

 

- Deficiências intelectuais

As deficiências intelectuais são difíceis de serem precisadas pois, além de não haver um teste que em si mesmo as confirme, há que se ponderar o histórico de escolarização, as referências culturais e aspectos emocionais e de socialização da pessoa, sobretudo no que diz respeito às dificuldades para aprender. Tecnicamente, a pessoa com essa deficiência caracteriza-se por apresentar, desde antes dos 18 anos, limitações significativas em pelo menos duas das seguintes áreas: comunicação, autocuidados, vida doméstica, habilidades sociais/interpessoais, uso de recursos comunitários, autossuficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer e segurança.

O estudante com deficiência intelectual requer tempo maior para a realização quantitativa e qualitativa de tarefas acadêmicas. Por isso, tem direito à  ampliação do tempo de integralização do curso.  Os conteúdos devem ser adaptados quanto à linguagem e à metodologia (os conteúdos abstratos precisam se apresentar o mais concretamente possível, passíveis de visualização, vivência e uso prático no cotidiano).

É importante identificar as áreas de habilidade e interesse do estudante para que, a partir destas, sejam identificados conhecimentos prévios, os quais devem ser tomados como pontos de partida para a introdução de novos conteúdos. Além disso, nessa identificação podem ser descobertos modos de ensinar que venham ao encontro das maneiras de aprender de cada um.

 


                                                                                                              

  

Setembro Azul

        O mês de setembro é de destaque para a comunidade surda. Dia 10/09 é o dia mundial das línguas de sinais, dia 26/09 é o dia nacional do Surdo, por ser a data de fundação da primeira escola de surdos do Brasil, o INES – Instituto Nacional de Educação dos Surdos.

      A cor azul é alusiva a dois momentos históricos marcantes: a segunda Guerra Mundial, em que o governo nazista obrigava as pessoas com deficiência e as pessoas surdas a usarem uma faixa azul no braço para serem identificadas como menos capazes ou imperfeitas, e a Cerimônia da Fita Azul, ocorrida na Austrália em 1999, momento em que a comunidade surda oficializou a referida cor como símbolo, desta vez como orgulho. Assim, é relembrada a opressão sofrida e, ao mesmo tempo, afirma-se a luta e a força do movimento surdo nas conquistas e reconhecimento da expressão de sua identidade, idioma e cultura.

        Uma das reivindicações atuais da comunidade surda, no Brasil e no mundo, é a conquista do direito à escola bilíngue, em que a primeira língua seja a de sinais (no caso do Brasil, a Libras) e a segunda língua seja a escrita do idioma oral da cultura ouvinte.

 

Ser surdo

      A identidade surda é marcada pelo uso primordial da língua de sinais como idioma e pela comunicação eminentemente visual. Assim, essas são as vias determinantes pelas quais os surdos se relacionam e aprendem. No âmbito sociopolítico, organizam-se para reivindicar direitos (como a presença de intérprete de libras em eventos, escolas, órgãos públicos e meios de comunicação) e para o cultivo e reconhecimento social (inclusive científico) de seu idioma.   

 

Setembro Azul no IFG

      O IFG oferece o curso de Pedagogia Bilíngue (Libras/Português) no Câmpus Aparecida de Goiânia. Conforme o projeto político-pedagógico do curso, espera-se que “o educador bilíngue esteja apto a trabalhar com a educação de alunos surdos e ouvintes, atendendo a todos em sua primeira língua e com metodologias de ensino adequadas a ela.” Dada a essa especificidade, as ações do Setembro Azul têm sido primordialmente encampadas por esse câmpus. A programação deste ano pode acessada pelo link abaixo:

       Programação Setembro Azul - Câmpus Aparecida de Goiânia - 2018.

imagem sem descrição.

       Matéria sobre a Mesa-redonda: “Relatos surdos: processos educacionais e formação profissional” realizada no dia 06 de setembro de 2018.

 

 

       O  NAPNE de Itumbiara, por sua vez,  promove as seguintes atividades: 

 
       26/09 das 16:30 às 18:30 - Sala S-506 - Oficina de adaptação curricular para alunos surdos - Público: professores.  
       28/09 às 19:00 - Auditório Central: - Apresentação cultural dos alunos de Engenharia elétrica e licenciatura em Química (música adaptada para estimular o voto consciente) e dinâmica "Se eu fosse você". 
                                                                      - Palestra: Surdez: língua e educação. Palestrantes: Cristiane Siqueira Pereira, Marciel Silva Magalhães e Maísa Conceição Silva.
                                                                        Após a palestra, será aberto espaço para debate. 

 

 

      E na Reitoria do IFG, na sala de reuniões, acontece neste dia 26/09, às 10h, a Roda de Conversa : Rompendo as diferenças através do ensino da Libras, com os professores Lucimar Alves de Oliveira (servidora intérprete no Câmpus Anápolis) e Diego Leonardo Pereira Vaz (Professor do curso de Pedagogia Bilíngue -Câmpus Aparecida de Goiânia).

Roda de Conversa na Reitoria

https://www.ifg.edu.br/component/content/article/17-ifg/ultimas-noticias/10147-lingua-brasileira-de-sinais-tem-uma-gramatica-propria-regionalismos-e-nao-e-universal-afirma-interprete-em-roda-de-conversa?highlight=WyJsXHUwMGVkbmd1YSIsImRlIiwic2luYWlzIiwicm9kYSIsImRlIiwiY29udmVyc2EiLCJsXHUwMGVkbmd1YSBkZSIsImxcdTAwZWRuZ3VhIGRlIHNpbmFpcyIsImRlIHNpbmFpcyIsInJvZGEgZGUiLCJyb2RhIGRlIGNvbnZlcnNhIiwiZGUgY29udmVyc2EiXQ==

 

       - Câmpus Goiânia

             Conheçam também o trabalho da professora Waléria Corcino de Oliveira, que é surda e  ministra a Libras para alunos ouvintes dos cursos superiores no .

                     <https://www.ifg.edu.br/ultimas-noticias-campus-goiania/10189-setembro-azul-professora-surda-waleria>

 

Professora Waléria de Oliveira e o intérprete de Libras, Leone Xavier, o qual nos ajudou a comunicar com a docente para essa reportagem.

 Professora Waléria de Oliveira e o intérprete de Libras Leone Xavier


 

As Necessidades Educacionais Específicas no IFG -  NAPNEs e NAI

 

Princípios da educação especial inclusiva

          A   educação de pessoas com  deficiência é uma preocupação político-social recente. Historicamente, esse público  recebia pouca ou nenhuma escolarização. Enfatizava-se  o treinamento de habilidades manuais para de desempenho de ações domésticas diárias ou de  uma atividade ocupacional. Essa formação era empreendida em instituições de enfoque predominantemente clínico e/ou assistencial.

       Nas últimas décadas do século XX, movimentos organizados por essas pessoas,  familiares e pesquisadores passaram a reivindicar  o direito de escolarização em escolas comuns,  junto a colegas sem deficiência. Para tanto,  as instituições de ensino deveriam prover condições /adaptações suficientes para garantir o ensino-aprendizagem, sem segregação ou prejuízo da qualidade acadêmica. Assim, a educação especial, voltada às necessidades específicas de alguns estudantes, estaria presente, porém para oferecer condições de acessibilidade e permanência com êxito nas escolas. Nesse intuito, as políticas públicas  em educação vêm se debruçando no desafio de atender a essa perspectiva, denominada inclusiva.  

 

 Os NAPNEs  

        Em  outubro de 2017, foi aprovado  o Regulamento dos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas - NAPNEs, mediante a Resolução CONSUP/IFG nº 30/2017. Após retificação, figura como Resolução CONSUP/IFG nº 01, de 04 de janeiro de 2018. O  documento regulamenta a implementação e  fornece diretrizes para a constituição desses núcleos, cujo público-alvo compõe-se de discentes c " que possuem impedimento de longo prazo de natureza física, sensorial, mental ou intelectual psicossocial; altas habilidades/superdotação e/ou transtornos globais do desenvolvimento que influenciam no processo de ensino e aprendizagem".

    Compostos por uma comissão multiprofissional de servidores, os NAPNEs buscam “a quebra de barreiras arquitetônicas, comunicacionais, educacionais e atitudinais na instituição”  e subsidiam docentes e demais servidores no desenvolvimento de ações que possam dirimir ou minimizar essas barreiras e  maximizem  potenciais e a autonomia desses estudantes. 

      Estudantes, pais e representantes da comunidade podem participar dos Núcleos.

 

 NAI      

          O Núcleo de Ações Inclusivas (NAI) , vinculado à Proen/IFG, é responsável por assessorar o trabalho dos NAPNEs e pelo desenvolvimento de ações de capacitação relacionadas à educação especial inclusiva.  É composto por uma comissão de servidores das pró-reitorias, do Siass (Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Federal) e representantes da comunidade. Atualmente compõem o NAI os servidores:  Ana Beatriz Machado de Freitas (Proen);  Ilza de Carvalho Santos (Siass) e Thiago Hilário (Proen). 

 

 ATUAÇÕES DOS NAPNEs e NAI

 

                                                                                                       Encontros formativos 

II Encontro Técnico-formativo do NAI e NAPNEs do IFG

                                          Ano 2019

II Encontro, Técnico-Formativo do NAI e dos Napnes do IFG

         O II Encontro, realizado no dia 19 de março na Cinemateca do Câmpus Goiânia, teve como tema "Organização e gestão dos NAPNEs". Sobre o tema, proferiu palestra a profª Dnda. Rutiléia Maria de Lima Portes, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), onde assessora as ações inclusivas.

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, tela e área interna

 

Vejam mais sobre o II Encontro acessando o link :

https://www.ifg.edu.br/ultimas-noticias/12183-encontronainapnes2019

        

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                                                   Ano 2018

Encontro destina-se à capacitação, qualificação e discussão de princípios formativos e propostas de ações inclusivas

I Encontro, Técnico-Formativo do NAI e dos Napnes do IFG 

    O Encontro, realizado no dia 10 de maio de 2018 na Cinemateca do Câmpus Goiânia,  destinou-se ao conhecimento mútuo da realidade dos NAPNEs do IFG , bem como à  discussão  de princípios formativos e propostas de ações voltadas ao público das necessidades educacionais específicas . Houve apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos Núcleos ( por representantes de cada Napne) e a palestra “Acessibilidade e barreiras atitudinais”, ministrada pela professora Lílian Cintra (PUC Goiás). 

 

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                                    II SEMINÁRIO GOIANO DE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA E SUPERIOR PÚBLICA - 31/10/2018

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      O  II Seminário Goiano de Inclusão na Educação Técnica e Tecnológica e Superior Pública é resultado de uma parceria entre as pró-reitorias de ensino do IFG, IF Goiano, UFG e UEG. Neste ano (2018) foi realizado no auditório do IF Goiano- Câmpus Trindade, no dia 31 de outubro, das 9h às 16h .

      A professora dra. Enicéia Gonçalves Mendes (UFSCar) proferiu a conferência “Ensino Colaborativo para o apoio à Inclusão Social”. Trata-se de  um trabalho  que envolve pais ,  alunos, professores e outros profissionais  tendo em vista  proporcionar ensino-aprendizagem de qualidade para o coletivo da sala de aula, considerando as necessidades específicas que determinados alunos requeiram. 

      No seminário também foram apresentadas  experiências exitosas na área de educação especial inclusiva, por parte de professores e estudantes das quatro instituições mencionadas.  

          Mais sobre o Seminário:

<https://www.ifgoiano.edu.br/home/index.php/component/content/article/177-destaque-trindade/10184-seminario-reune-if-goiano-ifg-ufg-e-ueg-para-debater-inclusao-na-educacao-superior-e-tecnica.html>

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                       NAPNEs e ações relacionadas às NEE nos Câmpus  

 

                       ANO 2019

 

NAPNE  Câmpus Goiânia 

Inclusão e Acessibilidade - dialogando direitos.  -Palestra alusiva ao dia mundial da Acessibilidade , 05 de dezembro

O advogado  e presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Goiás (OAB-GO), Diego de Castilho Suckow Magalhães, falou sobre acessibilidade na palestra.

          O advogado e presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Goiás (OAB-GO), Diego de Castilho Suckow Magalhães, falou sobre acessibilidade. Posteriormente, a advogada e membro do Grupo de Trabalho de Análise do Projeto do Plano Diretor da Câmara Municipal de Goiânia, Danielly Aparecida de Sousa Carvalho Santana, falou sobre a acessibilidade na mobilidade urbana.

           Na ocasião, a professora Soraya Bianca, coordenadora do NAPNE Goiânia, destacou a relevância nos Núcleos para ainclusão educacional em todos os níveis de ensino.

Saibam mais em : https://www.ifg.edu.br/ultimas-noticias-campus-goiania/16202-napne-realiza-palestra-sobre-inclusao-e-acessibilidade

 

 

 

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NAPNE  Formosa

                JEIFOR : “É o primeiro evento com estes parâmetros na área de inclusão na cidade”,  professora de Libras Milene Galvão Bueno

 

Saibam mais sobre o evento: 

http://www.ifgoias.edu.br/ultimas-noticias-campus-formosa/16000-a-inclusao-precisa-ser-um-processo-de-emancipacao-coletiva-a-inclusao-e-para-todos-declara-a-doutora-juliana-caixeta

https://www.ifg.edu.br/component/content/article?id=15532:i-jornada-de-educacao-inclusiva-de-formosa-jeifor

 

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 NAPNE Goiânia 

Próximo CinePsi Inclusão - dia 23/05, às 13h30  

Filme: Mãos talentosas

 

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       NAPNE ITUMBIARA 

        O Cineclube IFG realizará duas sessões no dia 20 de maio, segunda-feira, e discutirá a inclusão social das pessoas com transtorno mental, em referência ao dia da Luta Antimanicomial. Às 7h30 será exibido e debatido o filme Nise: O Coração da Loucura (2015, Brasil, 12 anos, 106 min, dir: Roberto Berliner) e às 19h30 será a vez de Um Estranho no Ninho​ (1976, EUA, 14 anos, 129 min, dir: Milos Forman).  Ambas as exibições serão no auditório do Campus Itumbiara e contarão com a debatedora Profª Drª Ligia Viana Andrade. Os eventos são gratuitos e abertos à comunidade.
          Trata-se de ação do Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) em colaboração com servidores de outros setores do IFG. O projeto tem como marca a exibição e discussão de filmes ​que possibilitem a reflexão sobre a diversidade humana.
A participação dá direito a certificado, contanto que o participante se inscreva por meio do link: <http://bit.ly/2vNaJEq>

ou https://sugep.ifg.edu.br/eventos/#/publico/eventos/78558732-1dca-4bfc-b8f0-a474dd61231f/inscricao

 

 

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                                    CÂMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA

 Março-2019

        O curso de Pedagogia Bilíngue do IFG, ofertado pelo Câmpus Aparecida, obteve conceito 5 ( nota máxima) pela avaliação do MEC.  O curso objetiva a formação de professores  que atuem na educação de surdos e ouvintes na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental e trabalhem em equipes multidisciplinares. Há reserva de vagas para surdos. 

         Saibam mais: https://www.ifg.edu.br/component/content/article/17-ifg/ultimas-noticias/12202-20-03-pedagogia-conceito-5

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           ABRIL -2019   NAPNE Aparecida de Goiânia

“II MAIS EJA – Mesas de Ação e Integração dos Saberes da Educação de Jovens e Adultos” - DIA 08/04,

organizadas pelas coordenações dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio em Alimentos, em Panificação e em Modelagem do Vestuário.               

           A apresentação foi feita pelo psicólogo Jorge Antônio Monteiro de Lima, que abordou diversos problemas comportamentais que acometem as pessoas na atualidade. A mesa “Alteridade, Diversidade e Tolerância” e o palestrante foram apresentados pelo coordenador do NAPNE do IFG Aparecida, professor Sandro Henrique Ribeiro.

      Vejam  a matéria:

http://www.ifg.edu.br/component/content/article/149-ifg/campus/aparecida-de-goiania/noticias-campus-aparecida/12588-09-04-mais-eja?highlight=WyJtYWlzIiwiJ21haXMiLCJlamEiLCJtYWlzIGVqYSJd

 

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       ABRIL-2019- NAPNE do Câmpus Aparecida de Goiânia

      imagem sem descrição.

         A atividade foi proposta pela profa. Ludmila Andrade, de "Literatura e Formação do Leitor", do Curso de Pedagogia Bilíngue e teve o apoio e organização do NAPNE do câmpus. 

       Kelly Cristina Tobias é fundadora do Instituto Vida Sonora de musicoterapia. Participou da produção do musical "Saltimbancos" adaptado para autistas, produção realizada juntamente com a Associação de familiares e amigos do Autismo de Goiás (Afaag), além de ser professora de canto e música para bebês e também personagem do livro infantil "Mundo Azul" da autora Romilda Ferreira.

       Saibam mais em:  http://www.ifg.edu.br/component/content/article/149-ifg/campus/aparecida-de-goiania/noticias-campus-aparecida/12721-ifg-aparecida-recebe-palestra-gratuita-sobre-musicoterapia-e-autismo?highlight=WyJtdXNpY290ZXJhcGlhIl0=

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                                             ANO 2018

Dia da Acessibilidade- Palestra na manhã de 04 de dezembro no Câmpus Goiânia:

"Uma visão sobre o capacitismo  e suas consequências na vida do brasileiro com deficiência física"

Palestrante:Renato Magno, ex-aluno da instituição.

Horário: das 8h às 12h

Local:Cinemateca do Câmpus Goiânia

Realização: NAPNE do Câmpus Goiânia

Acessem a matéria sobre o evento:

http://www.ifg.edu.br/component/content/article/273-ifg/campus/goiania/eventos-campus-goiania/proximos-eventos-campus-goiania/11091-palestra-dia-da-acessibilidade

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Formatura de aluno com necessidades educacionais específicas no Câmpus Inhumas-  Outubro /2018

João Marcos ao lado da mãe, Elenice, e dos membros da mesa diretiva

 O formando João Marcos entre a mãe, Elenice, e os membros da mesa diretiva

Saibam mais pelo link:

<https://www.ifg.edu.br/component/content/article/17-ifg/ultimas-noticias/10709-entrega-de-diploma-a-aluno-com-necessidades-especificas-e-destaque-em-formatura-no-campus-inhumas-2>

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Contatos da página

Responsável: NAI (Núcleo de Ações Inclusivas) / Núcleo Pedagógico da PROEN

Telefone: (62) 3612-2229

e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 


Legislação Nacional

 

ABNT_NBR 9050_2004 - Orientações aos Sistemas de Ensino sobre o Decreto nº 7.6112011 quanto a Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências.

Decreto nº 5.904, de 21 de setembro de 2006, que regulamenta a Lei nº 11.126, de 27 de junho de 2005, que dispõe sobre o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhada de cão-guia e dá outras providências.

 

Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências.

Decreto nº 8.368, de 2 de dezembro de 2014, que regulamenta a Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica Diversidade e Inclusão

Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências.

Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, que dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - Corde, institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público, define crimes, e dá outras providências.

 

Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

Lei nº 13.409, de 28 de dezembro DE 2016, que altera a Lei no 12.711, de 29 de agosto de 2012, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino.

Nota Técnica nº 04 / 2014 / MEC / SECADI / DPEE - Orientação quanto a documentos comprobatórios de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no Censo Escolar.

Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE - Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012 (institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista)

Parecer CNE/CEB nº 02-2013 - Consulta sobre a possibilidade de aplicação de “terminalidade especifica” nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

Portaria nº 3.284, de 7 de novembro de 2003 - que dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições.

Resolução CEB/CNE nº02/2001, que Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica

RESOLUÇÃO nº 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

Lei nº 11.645, de 10 março de 2008, que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Resolução 12/2015 - Estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais - e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais - nos sistemas e instituições de ensino, formulando orientações quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua operacionalização.


 

Legislação Interna


Documentos de Apoio

Fluxo de Processo para contratação de profissionais de nível superior especializado para atendimento a pessoas com deficiência matriculadas regularmente em cursos técnicos de nível médio e em cursos de nível superior nas instituições federais de ensino.

 

Nota Técnica nº 12/2018/CGDP/DDR/SETEC/SETEC

 

Ofício-Circular nº 2/2018/CGDP/DDR/SETEC/SETEC-MEC

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Contatos

Responsável: NAI (Núcleo de Ações Inclusivas) / Núcleo Pedagógico da PROEN

Telefone: (62) 3612-2229

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 ATUAÇÕES DOS NAPNEs e NAI

 Encontros formativos 

 II Encontro Técnico-formativo do NAI e NAPNEs do IFG

                                          Ano 2019

II Encontro, Técnico-Formativo do NAI e dos Napnes do IFG

         O II Encontro, realizado no dia 19 de março na Cinemateca do Câmpus Goiânia, teve como tema "Organização e gestão dos NAPNEs". Sobre o tema, proferiu palestra a profª Dnda. Rutiléia Maria de Lima Portes Vital, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), onde assessora as ações inclusivas. No turno vespertino, os participantes propuseram orientações, sugestões e encaminhamentos frente a situações-problema (apresentadas sob a forma de estudos de caso) baseadas no cotidiano de demandas que chegam aos NAPNEs.

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Vejam mais sobre o II Encontro acessando o link :

https://www.ifg.edu.br/ultimas-noticias/12183-encontronainapnes2019

 

         Programação:

9h30 – Recepção aos participantes
10h – Abertura
10h15min – Palestra: “Organização e gestão dos Napnes” - – Profª Ms. Rutileia Maria de Lima Portes Vital - Proen do IFTM
11h40min – Questões e debate.
12h15min- Almoço
13h45min- Ginástica laboral (Equipe Geap)14h – Oficina: “O papel formativo dos NAPNEs na atuação com os docentes” – Mediação: NAI-IFG e profª Rutileia Maria Portes
16h30min – Encaminhamentos e avaliação do encontro.

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                                                  Ano 2018

Encontro destina-se à capacitação, qualificação e discussão de princípios formativos e propostas de ações inclusivas

I Encontro, Técnico-Formativo do NAI e dos Napnes do IFG 

    O Encontro, realizado no dia 10 de maio de 2018 na Cinemateca do Câmpus Goiânia,  destinou-se ao conhecimento mútuo da realidade dos NAPNEs do IFG , bem como à  discussão  de princípios formativos e propostas de ações voltadas ao público das necessidades educacionais específicas . Houve apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos Núcleos ( por representantes de cada Napne) e a palestra “Acessibilidade e barreiras atitudinais”, ministrada pela professora Lílian Cintra (PUC Goiás). 

PROGRAMAÇÃO :

- Abertura: Apresentação dos membros do NAI
- Proposta de registro geral de ações dos NAPNEs
- Apresentação, por parte de um representante de cada NAPNE, da demanda de atendimento e como está sendo atendida (8 minutos para cada câmpus)

12h30 às 14h: Intervalo

14h às 16h: Palestra sobre Acessibilidade e barreiras atitudinais com a professora Lílian Cintra (PUC Goiás)
16h: Exposição artística: “Refletindo sobre caminhos de desenvolvimento humano”

 

 

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                                    II SEMINÁRIO GOIANO DE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA E SUPERIOR PÚBLICA - 31/10/2018

imagem sem descrição.

      O  II Seminário Goiano de Inclusão na Educação Técnica e Tecnológica e Superior Pública é resultado de uma parceria entre as pró-reitorias de ensino do IFG, IF Goiano, UFG e UEG. Neste ano (2018) foi realizado no auditório do IF Goiano- Câmpus Trindade, no dia 31 de outubro, das 9h às 16h .

      A professora dra. Enicéia Gonçalves Mendes (UFSCar) proferiu a conferência “Ensino Colaborativo para o apoio à Inclusão Social”. Trata-se de uma proposta de efetivação da inclusão educacional de alunos com necessidades educacionais específicas. Supõe  um trabalho  que envolve pais ,  alunos, professores e outros profissionais  tendo em vista o objetivo comum: proporcionar ensino-aprendizagem de qualidade para o coletivo da sala de aula, considerando as necessidades específicas que determinados alunos requeiram (por exemplo, recursos materiais diferenciados). 

      No seminário também foram apresentadas  experiências exitosas na área de educação especial inclusiva, por parte de professores e estudantes das quatro instituições mencionadas.  Pelo IF Goiano, o professor Leonardo Goulart Nunes apresentou o projeto Cão-Guia, que coordena no  Campus Urutaí. Alunos da UEG apresentaram materiais e ações pedagógicas inclusivas relacionadas à deficiência visual e a surdez. O professor Thiago do Câmpus Aparecida de Goiânia do IFG , representando a equipe do professor Wesley Pacheco e Waléria Vaz, relatou o projeto do protótipo Luva Transceptora: uma ferramenta de tradução automática , que converte sinais da Libras para a língua portuguesa. O Núcleo de Acessibilidade da UFG, por sua vez, trouxe a importância da avaliação  do aluno centrada nas especificidades do sujeito , e não da deficiência, como apresentado pela psicopedagoga Viviane Guimarães de Lucena Oliveira e pela acadêmica Thálita, que possui deficiência visual.

        O NAPNE de Itumbiara finalizou o Seminário apresentando uma experiência que envolveu, entre outros docentes e discentes,  uma professora e uma aluna surdas no ensino de Química. Sinais de libras foram criados considerando as especificidades do conteúdo da disciplina ministrada e as necessidades linguísticas/comunicacionais dos envolvidos. A ação recebeu menção honrosa da Secitec do Câmpus Itumbiara.

 

Mais sobre o Seminário:

<https://www.ifgoiano.edu.br/home/index.php/component/content/article/177-destaque-trindade/10184-seminario-reune-if-goiano-ifg-ufg-e-ueg-para-debater-inclusao-na-educacao-superior-e-tecnica.html>