Ensino

Projeto de ensino trabalha percussão e história africana com os alunos

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Publicado: Quarta, 13 de Maio de 2026, 11h32 | Última atualização em Quarta, 13 de Maio de 2026, 11h46

Objetivo é vincular música com conteúdos de história e cultura afro-brasileira

 

Neste primeiro semestre de 2026, 13 projetos de ensino estão em andamento no IFG Câmpus Itumbiara. Eles são de áreas diversas como matemática, literatura, música, esporte e redação. Um projeto de ensino se caracteriza pelo objetivo de contribuir com a permanência e êxitos dos participantes, bem como a troca de experiências que contribuam com o percurso formativo deles.

Entre os projetos em execução, está o “Na Levada da Percussão: Resistência Cultural, História e Ritmos”, proposto pelo professor Fernando Viana, e direcionado aos alunos dos cursos técnicos integrados. A proposta do projeto é “contribuir para a formação dos estudantes a partir de práticas de percussão vinculadas aos conteúdos de História e Cultura afro-brasileira”. E para isso, aos alunos serão propostas diversas ações tais como:

 

  • Trabalhar os conteúdos de História da África e da cultura afro-brasileira.
  • Conhecer os ritmos ligados à cultura afro-brasileira.
  • Desenvolver a autonomia de organização dos estudantes por meios dos ensaios
  • Compreender a arte como criação histórico-social.
  • Formar um bloco de percussão do IFG Câmpus Itumbiara.
  • Preparar apresentações e oficinas na Semana de Artes do IFG em Junho de 2026.
  • Analisar as expressões artísticas como parte da formação humana.
  • Consolidar a parceria com o Projeto SANKOFA do IFG Câmpus Inhumas. 

 

Inclusive, em relação ao SANKOFA, na última sexta-feira, dia 8 de maio, o professor Kemuel Kesley, coordenador do projeto de Inhumas, realizou uma oficina de percussão  com os alunos de Itumbiara, no auditório. E o registro desse momento é a foto que acompanha esta notícia.

O “Na levada da Percussão” está previsto para seguir com as aulas até o mês de julho. E na justifica do professor Fernando para conduzir o projeto, ele argumentou, entre outras coisas, que “a necessidade de conhecermos nossa herança africana nas diferentes dimensões sociais, fazem parte da luta pela superação do racismo e de construção da nossa identidade histórica”, e completou afirmando que o projeto ainda irá contribuir para fortalecer vínculos entre os participantes e possibilitar autonomia coletiva.

As atividades acontecem duas vezes na semana, no período vespertino.





Setor de Comunicação Social e Eventos - Câmpus Itumbiara.