Atualmente, diversos projetos estão em desenvolvimento na Instituição e dialogam diretamente com os desafios enfrentados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no que se refere ao agendamento de consultas e à efetivação da Estratégia de Saúde Digital 2020-2028, com foco na integração dos serviços, governança de dados e cuidado centrado no paciente. Além disso, na área da saúde, o IFG vem ampliando de forma consistente sua atuação, contribuindo para a formação de profissionais estratégicos para o SUS e para o fortalecimento das políticas públicas de saúde.
Além da reitora Oneida Irigon e do Ministro Alexandre Padilha, participaram da reunião: a deputada federal Flávia Morais, a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação do IFG Lorena Rosa, o pró-reitor de Administração Diego Xavier, além de assessores do Ministério da Saúde. Como encaminhamento, foi realizada a entrega do ofício do IFG para que, após esses diálogos, sejam realizadas as análises de viabilidade pelo Ministério da Saúde. Nos próximos dias o IFG apresentará informações detalhadas sobre as solicitações que foram apresentadas, conforme pactuado na reunião.
IFG e saúde pública
Atualmente, o IFG conta com 14 câmpus em funcionamento e dois câmpus em fase de expansão, totalizando 16 unidades institucionais distribuídas em diferentes regiões do estado de Goiás. Essas unidades desempenham uma força estratégica na democratização do acesso à educação pública e na formação de profissionais qualificados para diferentes setores da sociedade.
Na área de saúde, destacam-se, nesse contexto, dois câmpus que já se encontram em plena atuação na área e que apresentam elevado potencial de ampliação de suas atividades formativas e de atendimento à comunidade: o Câmpus Goiânia Oeste e o Câmpus Águas Lindas.
Além dessas unidades, há projetos de ensino, pesquisa e extensão em diversas unidades do IFG, sendo que, somente no ano-base de 2025, o IFG mantém 31 projetos de pesquisa em execução na área da saúde.
O IFG possui também grupos de pesquisa cadastrados no CNPq, laboratórios e outros projetos que investigam desde a promoção da saúde e epidemiologia até a biotecnologia, nutrição e tecnologias aplicadas à reabilitação clínica. Em muitos desses projetos há a prestação de serviços às comunidades locais, o que fortalece a interlocução da instituição com a sociedade.
Sobre os impactos para as comunidades interna e externa, a reitora do IFG destaca: “Outro impacto fundamental é a formação de estudantes pesquisadores. Ao participarem de projetos científicos, os estudantes do IFG se formam não apenas como profissionais qualificados, mas como cidadãos capazes de contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico e social do país. Além disso, muitas das pesquisas desenvolvidas na instituição estão voltadas à prevenção de doenças, promoção da saúde e melhoria dos serviços públicos”.
Tecnologias
O IFG tem buscado fortalecer cada vez mais a relação entre pesquisa científica, inovação e desenvolvimento social. Atualmente, a instituição possui duas patentes de invenção e dois registros de programas de computador, relacionados ao desenvolvimento de tecnologias com potencial de aplicação em diferentes áreas, incluindo a saúde.
Entre os exemplos está o desenvolvimento de um dispositivo eletrônico portátil para medição de tempo de reação e avaliação da reabilitação neuromotora, que pode contribuir para o acompanhamento de processos de reabilitação clínica.
Leia a entrevista com a reitora do IFG que foi enviada ao Jornal Opção na última semana.
Leia a reportagem do Jornal Opção sobre algumas ações na área de saúde que estão sendo desenvolvidas pelo IFG.
Diretoria de Comunicação Social/Reitoria.

