Alunas do curso Produtora de Queijos recebem diversificada formação prática e teórica
As participantes aprendem técnicas de fabricação de queijo e acessam também conteúdos relacionados ao conjunto de políticas públicas do programa Mulheres Mil, que visa à inclusão socioprodutiva
Após a aula inaugural realizada no dia 12 de maio, as participantes do curso “Produtora de Queijos” no Câmpus Aparecida de Goiânia estão se dedicando a aulas três vezes por semana em um diversificado leque de disciplinas práticas e teóricas. O curso é de Formação Inicial e Continuada (FIC), vinculado ao programa nacional Mulheres Mil e tem a professora Renata Cunha dos Reis como supervisora e a pedagoga Maria Etevalda Batista da Silva como orientadora.
Ao todo, 30 mulheres estão participando da formação, que tem duração de quatro meses. Entre as estudantes, há uma aluna surda. Além das aulas de Tecnologia de Alimentos; Boas práticas na obtenção do leite; Microbiologia e Segurança dos Alimentos; e Tecnologia da Produção de Queijos; elas estão tendo aulas de Matemática; Português; Cidadania, Relações Humanas e Direitos das Mulheres; Empreendedorismo, Cooperativismo e Economia Solidária; Informática Básica e Aplicada; entre outras.
Na aula inaugural, as cursistas assistiram a um vídeo de apresentação do IFG e receberam informações sobre a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A apresentação do curso foi feita por Renata Cunha e Etevalda Batista. Estavam presentes o diretor-geral do IFG Aparecida, professor Marcos Flávio Mércio de Oliveira, a gerente de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (Gepex), professora Lillian Pascoa Alves, e os estagiários Ana Ferreira do Santos Rodrigues e Davi Pedro dos Santos Souza, que estão colaborando com as aulas em laboratório.
“Extensão é ter vocês aqui”, falou a titular da Gepex às alunas ingressantes. Ela destacou a experiência da professora Renata na área de fabricação de queijos e a experiência da servidora Etevalda no programa Mulheres Mil. O diretor-geral Marcos Flávio deu boas-vindas às estudantes e falou da satisfação do IFG em poder desenvolver o curso para a comunidade externa. Ele destacou a importância de cursos do programa Mulheres Mil para corrigir as desigualdades que ainda existem no Brasil.
No diálogo inicial, as alunas foram encorajadas a não se preocuparem com a idade. “A vida é um aprendizado o tempo todo”, falou Etevalda. As cursistas falaram de suas experiências e de pessoas da família que estudam ou já estudaram no IFG.
Coordenação de Comunicação Social e Eventos / IFG – Câmpus Aparecida de Goiânia
