Comissão Permanente de Pessoal Docente

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Criado: Quarta, 16 de Março de 2016, 12h25 | Última atualização em Domingo, 24 de Maio de 2020, 00h05

Apresentação

A Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) foi inicialmente constituída através do Decreto no. 94664/87 e regulamentada pela Portaria nº 475/87 do Ministério da Educação. Atualmente, a Lei nº 12.772/12 (alterada pela Lei 12.863/13), artigo 26, institui a CPPD e define as suas atribuições.

 

Compete à CPPD:

Prestar assessoramento ao colegiado competente ou dirigente máximo na instituição de ensino, para formulação e acompanhamento da execução da política de pessoal docente, no que diz respeito a:

- dimensionamento da alocação de vagas docentes nas unidades acadêmicas;

-  contratação e admissão de professores efetivos e substitutos;

- alteração de regime de trabalho docente;

- avaliação do desempenho para fins de progressão e promoção funcional;

- solicitação de afastamento docente para aperfeiçoamento, especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado; e

- liberação de professores para programas de cooperação em outras instituições universitárias ou não.

 

Regulamento da CPPD: instituído pela Resolução nº 005, de 31 de março de 2014 e alterado pela Resolução nº 13, de 18 de abril de 2016 e reformulado pela RESOLUÇÃO Nº 29, de 02 de outubro de 2017.

  

Secretaria de comissões/Diretoria Executiva (SECCOM/DE) 

(62) 3237-1812 (sem atendimento durante a quarentena)

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A Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) é constituída por meio de consulta à comunidade (eleição) e homologada por portaria assinada pelo Reitor do IFG, para um mandato de dois anos. 

Atualmente, em virtude das circunstâncias advindas da Covid-19, o IFG conta com um comissão provisória (Portaria de mandato provisório nº 2774/2019). As eleições para a nova comissão, com as preliminares já realizadas no início do ano, ocorrerá tão logo a quarentena acabe.


Legislação nacional

Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012 – Dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal.

Lei nº 12.863, de 24 de setembro de 2013 – Altera a Lei 12.772, de 28 de dezembro de 2012, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal.

Portaria nº 554, de 20 de junho de 2013 – Estabelece diretrizes gerais para o processo de avaliação de desempenho para fins de progressão e promoção dos servidores pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério de Educação de que trata o Capítulo III da Lei 12.772, de 28 de dezembro de 2013.

Portaria nº 982, de 3 de outubro de 2013 – Estabelece diretrizes gerais para fins de promoção à Classe E, com denominação de Professor Titular da Carreira de magistério Superior e classe Titular da Carreira de Magistério de ensino básico, Técnico e Tecnológico das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação.

Portaria nº 1.094, de 7 de novembro de 2013 – Aprova Regulamento do Conselho Permanente para Reconhecimento de Saberes e Competências – CPRSC da carreira de magistério básico, técnico e tecnológico – EBTT.

 

Legislação interna 

  Regimento da Comissão:

Resolução nº 005, de 31 de março de 2014, que institui o regulamento da CPPD, com alteração pela Resolução nº 13, de 18 de abril de 2016.

 Progressão e Promoção Funcional

Resolução nº 008, de 31 de março de 2014 - Aprova o regulamento relativo aos Critérios e Procedimentos para Desenvolvimento na Carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFG.

 Reconhecimento de Saberes e Competência - RSC

Resolução n° 1, 20 de fevereiro de 2014 – Estabelece os pressupostos, as diretrizes e os procedimentos para concessão de reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) aos docentes da Carreira de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, por meio de processo avaliativo especial.

 Professor Titular

Resolução nº 03, de 23 de fevereiro de 2015 - Aprova o Regulamento relativo ao acesso à classe titular da carreira de magistério EBTT do IFG e revoga a Resolução nº 11/2014.

  


 Avaliação de Desempenho Docente

 A avaliação docente 2019 ainda está em andamento. Em virtude de ausência de comissão instituída, dúvidas e orientações devem ser encaminhadas à Diretoria de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH/PRODI). 

Formulários:

Orientações (2017) e Anexo I

Anexo II – Autoavaliação

Anexo III – Avaliação docente pelos gestores acadêmicos

Anexo IV – Avaliação docente pelos discentes

Anexo V – Avaliação dos gestores acadêmicos

Anexo VI – Resultado Final

Anexo VII – Termo de Ciência do Resultado Final da Avaliação ao Docente

Anexo VIII - Avaliação de docentes afastados para pós-graduação stricto sensu (enviar cópia à Diretoria de Pós-Graduação/PROPPG)


Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC)

 

O Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) faz parte do plano de carreira e cargos do magistério federal, instituído pela Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, art. 18.

No IFG, a Resolução nº 009, de 02 de junho de 2014 aprova o regulamento relativo à avaliação e fluxo de procedimentos para a concessão do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) aos docentes pertencentes ao quadro permanente de pessoal docente. A concessão do reconhecimento é feita por meio de portaria assinada pelo Reitor, mediante a apresentação de três pareceres (com pelo menos dois (02) favoráveis) e, então, encaminhando à Coordenação da Folha de Pagamento (PRODI).

O processo de solicitação de RSC é efetuado através de abertura de processo eletrônico no SUAP, que é encaminhado à SECCOM/DE para registro no Sistema RSC, por onde serão feitas as etapas de solicitação de avaliação, recebimento de parecer, finalização e encaminhamento para pagamento. 

Devido às dificuldades de formação de banca de avaliadores (dois externos, um interno), os pedidos podem demorar mais que três (03) meses para finalização com a emissão de portaria. 

Material de Apoio para Pareceristas 

Esses arquivos também se encontram para acesso privativo ao acessar a sua área de avaliador no Sistema RSC (somente quando estiver com convite ativo). 

Orientações gerais 

Manual de Uso do Sistema RSC (atenção a partir da pg. 11)

Parecer editável

Planilha de Cálculo RSC

 Processos em Andamento

 - Blocos 33

 Observações

Atualizado em: 06/05/2020

Próxima atualização será realizada pela comissão eleita para o mandato 2019-2021 

 


Orientação DDRH nº 02/2014

Memorando circular nº 001/2015

Orientação da Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional (Prodi) -  Banco nacional de avaliadores do RSC 

Orientações gerais para a organização de processo para a solicitação da RSC

    


Sobre o pagamento de avaliadores:

 

- Como os IFs estão procedendo ao pagamento dos membros das comissões de avaliação? Recebemos de um IF uma descentralização de crédito na rubrica de encargos de cursos e concursos, mas não foi enviado o processo com toda a instrução para o pagamento de encargos de cursos e concursos, nos disseram que todos os IFs estão lançando no SIAPE sem processo, apenas com um ofício que vem do outro IF informando o valor a ser pago a cada servidor. Gostaríamos que falasse desse assunto na webconferência

MEC: Os pagamentos devem seguir as orientações contidas no Decreto nº 6.114/2007. Os processos de pagamento deverão ser instruídos, inclusive com a Declaração contida no Anexo I, do referido decreto, que comprove que o servidor não tenha extrapolado o quantitativo de horas previsto no dispositivo legal.

- Vai haver ou está havendo processo de rsc para progressão a professor titular?

Mec: O RSC, nos termos do art. 18 da lei 12.772, será concedido até a equivalência de doutorado. Para a classe de titular, uma das exigências é a obtenção do Título de doutor. Portanto, não há previsão legal para a concessão.

 

Divergência quanto à retroatividade:

 

- "Como proceder em caso de divergência dos avaliadores quanto à determinação das datas para concessão do retroativo? Considerando que uma completa revisão do processo pela CPPD para determinação de uma pretensa data 'exata' usurparia a competência dos avaliadores e, na prática, inviabilizaria o andamento dos processos (uma vez que a divergência tem sido a regra), seria uma boa solução adotar, em cada caso, no parecer definitivo da CPPD, a data mais favorável ao docente?"

Mec: Para o caso de divergência, fica a encargo da instituição definir qual o procedimento será adotado para resolver a questão. Devendo para isso, ter previsão na sua resolução de qual será o procedimento.

 

Pagamento de Retroativos:

 

- Pagamento do retroativo 2013 para os docentes que já têm portaria de concessão emitida e programação de pagamento 2014 já definida.

Mec: Para o pagamento de retroativos, tanto de 2013 quanto para 2014, deverá ser formalizado o processo de exercícios anteriores.

- Pagamento do retroativo 2013 e 2014 para os docentes que ainda estão em processo de avaliação RSC.

Mec: Para o pagamento de retroativos, tanto de 2013 quanto para 2014, deverá ser formalizado o processo de exercícios anteriores.

 

RSC para Aposentados:

 

- Direito da RSC para docentes que se aposentaram depois de 01/03/2013.

Mec: para os servidores que se aposentaram depois de 01/03/2014, antes da publicação da Resolução da IFE, ainda não há previsão de concessão, nos termos do art. 17 da Lei nº 12.772. O CPRSC formalizou solicitação à Consultoria Jurídica do MEC para orientar sobre o tema, considerando que pode haver entendimento diverso, sobre a concessão para os aposentados após 01/03/2014.

- Direito da RSC para docentes que se aposentaram antes de 01/03/2013.

Mec: Não há amparo legal, considerando que o RSC foi instituído a partir da eficácia da Lei nº 12.772/2012, em 01/03/2014.

- Manutenção do pagamento da RSC aos docentes já contemplados e que se aposentem.

Mec: A manutenção está prevista, considerando inclusive a criação da rubrica especifica. Na computação dos proventos, tal qual a RT, o RSC deverá ser informado.

- Com relação aos aposentados, temos uma servidora docente aposentada em data posterior a 01.03.2013 que está requerendo o RSC, o que fazer, negar prontamente ou há a possibilidade de acatar o pleito e encaminhar para o CPRSC?.

Mec: para os servidores que se aposentaram depois de 01/03/2014, antes da publicação da Resolução da IFE, ainda não há previsão de concessão, nos termos do art. 17 da Lei nº 12.772. O CPRSC formalizou solicitação à Consultoria Jurídica do MEC para orientar sobre o tema, considerando que pode haver entendimento diverso, sobre a concessão para os aposentados após 01/03/2014.

Situação dos docentes que já foram contemplados com uma RSC e em breve poderão requerer outra RSC.

Exemplo: um docente especialista que foi contemplado com a RSC II e está cursando o mestrado. Após a conclusão do mestrado poderão requerer RSC III.

- Para essa nova solicitação, poderão apresentar os mesmos documentos já apresentados no primeiro pedido?

Mec: Não há restrição. A qualquer tempo o servidor poderá requerer o RSC e utilizar a documentação que entender suficiente para a composição dos pontos e percentuais necessários para a concessão.

- O servidor pleiteou o RSC III e foi contemplado, com direito a efeito financeiro retroativo em 01/02/2014. Todavia, ele entende que em 01/03/2013, teria condições de ser contemplado com o RSC II, pois já detinha o título de especialista e somava os pontos necessários para a aprovação. Neste caso, é possível conceder o RSC II ao servidor e pagar os efeitos financeiros retroativos? Quais seriam os fundamentos legais?

Mec: Já foi orientado pelo CPRSC que o servidor tem direito a solicitar o RSC anterior, porém deverá ser solicitado em processos distintos, com avaliações distintas.

 

Sobre a organização do processo:

 

-  O tempo se serviço (atuação no ensino médio ou técnico) pode ser subdividido para constar na pontuação da RSCI e da RSCII?

Mec: Dependerá da previsão na resolução de  cada IF.

Recursos:

- Se o avaliado teve seu RSC negado, a CPPD pode avaliar em primeira instância, no nosso regramento isso não ficou claro.

Mec: Dependerá do que está previsto em cada resolução. Caso não esteja claro na resolução,  deverá ser providenciado a sua retificação para a inserção do dispositivo que trata dos recursos, sua formalização e tramite. Esta situação tem que estar bem evidenciada na resolução.

- Mantendo a negativa, quais serão os trâmites para encaminhar ao CPRSC? O que deve ser encaminhado, o processo físico com o parecer dos avaliadores?

Mec: Após a reedição da Portaria nº 1049 e da Resolução CPRSC nº001/2014, não há encaminhamento de recurso ao CPRSC. Os recursos deverão ser encaminhados á autoridade (diretor de campus ou reitor), que por força dos pareceres indeferirem o pedido.  Para o caso, deverá ser observada a lei de Procedimentos administrativos, lei nº  9.784/1999, especificamente o art. 56 e seu parágrafo 1º:

“Art. 56. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.

§ 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.”

Dúvidas a respeito da documentação comprobatória:

-  Caso se constate que a Comissão Especial foi favorável ao pedido de RSC do professor mas que o documento por ele apresentado não comprova a titulação que é pré-requisito, qual o procedimento a ser adotado? Exemplo: diplomas não revalidados, cursos não reconhecidos pela CAPES, e, principalmente, pós-graduação lato sensu - Especialização que não atendem às exigências das Resoluções do CNE/MEC.

Mec:  A solicitação deverá ser negada pelo gestor, com a devida fundamentação legal.

- Há professores que realizaram cursos de menos de 360 horas, na década de 70, que alegam que estes eram, então, considerados especialização. Qual a legislação pertinente a cursos de especialização nesta época?

Mec: Verificar o disposto na LDB sobre o tema.

- Qual a legislação, Resoluções, normativas completas referentes a Especialização e Aperfeiçoamento que deve referenciar os trabalhos das CPPDs?

Mec: Lei de Diretrizes e Base (LDB) e Pareceres do CNE e CSE.

- O servidor docente aposentado poderá pleitear o RSC? Como se daria o processo?

Mec: para os servidores que se aposentaram depois de 01/03/2014, antes da publicação da Resolução da IFE, ainda não há previsão de concessão, nos termos do art. 17 da Lei nº 12.772. O CPRSC formalizou solicitação à Consultoria Jurídica do MEC para orientar sobre o tema, considerando que pode haver entendimento diverso, sobre a concessão para os aposentados após 01/03/2014.

Quanto ao servidor que se aposentou já com a RSC, o procedimento é o mesmo adotado para todos os processos, devendo o valor relativo ao RSC fazer parte dos seus proventos.

- Um colega nosso faleceu em julho deste ano, há possibilidade da viúva dar entrada, pelo menos para receber o retroativo do período de março/13 a junho/2014?

Mec: primeiramente, temos que lembrar que a implementação do RSC acontece após a publicação da Resolução da IFE, e depois precisamos aguardar o posicionamento da CONJUR  para verificar a questão de aposentados e pensionista após a eficácia da lei (01/03/2013)

- Onde protocolar o processo?

Mec:  A RSC deverá ser solicitada no órgão de lotação e não no órgão de exercício.