Pesquisa desenvolvida no IFG busca a produção de plástico filme a partir da casca do Pequi
Primeiros resultados são promissores. Fruto de importância ambiental e cultural pode ser matéria-prima para novos materiais
A integração entre a química, o desenvolvimento sustentável e a valorização do Cerrado é um elemento estrutural do projeto de iniciação científica “Extração de Pectina da Casca de Pequi (Caryocar brasiliense) para a Síntese de Filmes Biodegradáveis”.
Desenvolvida por estudantes do 3º ano do curso técnico integrado ao ensino médio em Química do Câmpus Luziânia, a pesquisa já tem resultados promissores e a equipe se prepara para os próximos passos.
A proposta é chegar ao plástico filme biodegradável, a partir da extração da pectina da casca do pequi. Assim, um produto que seria descartado pode se tornar matéria-prima alternativa ao plástico derivado do petróleo.
Os estudantes Maria Eduarda dos Santos, Isabella Oliveira e Vítor Gabriel Alves Botelho são orientados pelo professor Leonardo François de Oliveira e coorientados pela professora Simone Paixão.
O projeto de iniciação científica é objeto da terceira reportagem da 3ª edição do programa IFG Faz Ciência, que destaca a participação de meninas e mulheres na ciência, alinhando-se à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2026, que tem como tema central “Ciência Delas”.
O objetivo do IFG Faz Ciência é socializar com as comunidades interna e externa os diversos projetos de pesquisa já desenvolvidos ou em desenvolvimento por pesquisadores do IFG, contribuindo para aproximar o público em geral da ciência, por meio do jornalismo.
A terceira reportagem desta edição é da jornalista Francyelle Maria Rocha Alves, da Coordenação de Comunicação do Câmpus Luziânia. A editoração e o projeto gráfico são da tecnóloga em designer gráfico Isabela Maia Marinho, da Diretoria de Comunicação/Reitoria.
A reportagem está disponível no formato PDF.
Boa leitura!


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