19º Festival de Artes de Goiás será realizado entre os dias 25 e 27 de novembro, em Senador Canedo
Inscrições para a seleção de apresentações artísticos-culturais encerram-se nesta quinta-feira
O Instituto Federal de Goiás (IFG) vai realizar neste ano a 19º edição do seu Festival de Artes de Goiás. Com o tema BRASIS – Nossas Batalhas, a programação de oficinas, palestras e apresentações artístico-culturais nas diferentes linguagens vai ocorrer em Senador Canedo, no câmpus do IFG e em espaços da cidade: Praça Criativa e Paço Municipal.
A Comissão Organizadora do evento fez o chamamento público para seleção de apresentações artístico-culturais: música, dança, teatro/artes cênicas, literatura/contação de histórias, artes visuais/pintura, oficinas, audiovisual/cinema/videoclipe e grafite/artes urbanas. Estudantes, docentes, servidores técnico-administrativos e egressos do IFG podem se inscrever até esta quinta-feira, dia 5 de novembro. O formulário de inscrição está disponível no link: https://forms.gle/a5camkUEaysZgFqC8.
Obras de quaisquer linguagens artísticas podem ser inscritas. O proponente deve enviar um resumo da proposta, as necessidades técnicas para a performance ou apresentação, número de pessoas que se apresentarão e deve também compartilhar uma demonstração de sua obra.
A Comissão organizadora do evento, composta por professores de todos os câmpus e servidores técnico-administrativos, fará a curadoria e todo o processo de seleção das propostas inscritas. Pelo cronograma, a divulgação da lista das obras selecionadas será realizada no dia 10 de novembro e a programação, segundo o coordenador do evento, professor Eduardo Carli, será divulgada no dia 16.
"Destacamos que não há contrapartida financeira para as ações selecionadas por meio deste chamamento e que os aprovados deverão estar no ônibus da delegação de seu campus de origem", afirma Eduardo. Cada câmpus participará com uma delegação composta por 30 estudantes e dois servidores.
Identidade visual
A identidade visual do Festival foi desenvolvida pelo artista João Batista de Oliveira Filho. O trabalho foi criado a partir dos seguintes conceitos: “Brasil se escreve com S - e o S é vermelho. O nome do país vem de uma cor. Brasil vem de brasa: o vermelho que sai da madeira do pau-brasil, árvore que os tupis chamavam de ibirapitanga, a ‘árvore vermelha’. Antes de ser país, o Brasil foi tinta. Os povos daqui pintavam com o vermelho da madeira, e foi essa cor a primeira coisa levada daqui para fora", conta o artista.
João explica que a versão vermelha do logo devolve o nome à sua origem: "o S de BRASIS é montado em tijolos que vão do vermelho claro ao vinho, como os tons da tinta tirada da madeira. Somos feitos dessa madeira. Da terra, da tinta e da mão. Muitos Brasis, a mesma brasa, a brasa, a cor, a chama, a batalha, aquilo que faz de nós Brasileiros", finaliza.
Inscreva sua proposta de apresentação artístico-cultural.
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