MCTI anuncia revisão da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial
Com a iniciativa, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação vai revisitar objetivos, eixos, metas e ações
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) deu início, nesta segunda-feira (11), à revisão da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA), lançada em 2021 para nortear as prioridades do Brasil em torno do tema. Com a iniciativa, o MCTI vai revisitar objetivos, eixos, metas e ações para alinhá-la aos interesses e prioridades nacionais. O processo de revisão da EBIA deve ser concluído até maio de 2024.
“Precisamos extrair todas as potencialidades da Inteligência Artificial para que ela seja uma ferramenta que impulsione o desenvolvimento nacional e contribua para que as bases industriais do nosso país estejam em condições de competir com o que há de mais avançado no mundo”, afirmou a ministra Luciana Santos, na cerimônia, reforçando que o debate sobre Inteligência Artificial é importante para o Brasil conquistar soberania tecnológica.
Segundo ela, a revisão da EBIA busca promover o desenvolvimento de uma cadeia produtiva relacionada à IA que dinamize a pesquisa e a inovação no país. “É preciso que a gente compreenda a transversalidade da Inteligência Artificial nos serviços e na indústria e o impacto que terá nas relações de produção”, apontou.
Para o secretário de Ciência e Tecnologia para a Transformação Digital do MCTI, Henrique Miguel, a revisão da estratégia vai discutir “o que o Brasil quer, deseja e espera com os impactos que a Inteligência Artificial traz”. De acordo com ele, a revisão da EBIA vai debater aspectos como produção, desenvolvimento, uso, regulação, segurança e cooperação do Brasil com outros países.
Segundo o secretário do MCTI, o tema afeta a sociedade e provoca anseios nos setores públicos e privado, especialistas, academia e usuários. “Houve um avanço muito grande em inteligência Artificial nos últimos anos, importantes ações sobre o tema estão ocorrendo no mundo, e há um questionamento da sociedade sobre os impactos da IA em diferentes áreas”, destaca.
Aplicações
A revisão da Estratégia de IA deve ser orientada para o desenvolvimento de aplicações voltadas para o enfrentamento dos problemas em áreas como saúde, educação, agricultura, energia e transição energética. Outro objetivo é apoiar o desenvolvimento de soluções para atender as demandas e desafios do setor público, com a perspectiva de modernizar e aperfeiçoar os serviços oferecidos ao cidadão.
Entre as ações já implementadas pelo MCTI no setor está o fomento à instalação de 10 Centros de Pesquisa Aplicada (CPA) em Inteligência Artificial no país. Os centros se dedicam ao desenvolvimento de pesquisas voltadas à resolução de problemas com uso da IA, além de contribuir para a formação de recursos humanos qualificados no setor.
Em outra iniciativa conjunta com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, FINEP e ENAP, o MCTI também apoia o desenvolvimento de soluções em Inteligência Artificial para o setor público. Neste ano, foram celebrados os primeiros contratos com startups e lançada nova chamada pública para a superação dos desafios tecnológicos da administração pública.
Oficinas
A primeira oficina da revisão da EBIA, com especialistas na área de IA, ocorreu nesta segunda-feira (11). Outras duas oficinas serão realizadas com foco na escuta do setor privado e da sociedade civil. Todos os encontros deverão contar a participação de representantes de instituições de fomento para o setor de PD&I: Finep, BNDES, CNPq e Embrapii.
Além da EBIA, o MCTI está responsável pelo Eixo de Inteligência Artificial dentro do Grupo de Trabalho de Economia Digital do G20.
IFG

O professor Leandro Alexandre Freitas, diretor geral da Unidade EMBRAPII de Eficiência Energética IFG, participou como convidado do MCTI para a contribuir com a revisão da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA). De acordo com o professor, “o Instituto Federal de Goiás continua empenhado em contribuir para o desenvolvimento das diretrizes que orientarão o uso e a implementação da Inteligência Artificial no Brasil”.
Assessoria MCTI com adaptações da Diretoria de Comunicação Social do IFG. Fotografia da capa: Rodrigo Cabral
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